{"id":1956,"date":"2014-05-29T07:20:21","date_gmt":"2014-05-29T11:20:21","guid":{"rendered":""},"modified":"2026-08-09T19:52:19","modified_gmt":"2026-08-09T23:52:19","slug":"instituicao-investe-na-adaptacao-de-espacos-fisicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/instituicao-investe-na-adaptacao-de-espacos-fisicos\/","title":{"rendered":"Institui\u00e7\u00e3o investe na adapta\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os f\u00edsicos"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<p><span><span>  <\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>Atualmente, no planejamento e concep\u00e7\u00e3o de uma obra ou reforma, seja ela de pequeno ou grande porte, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel deixar de se pensar em acessibilidade. Trata-se de um conceito que ganhou for\u00e7a no Brasil a partir de 2004 com a publica\u00e7\u00e3o do Decreto n\u00ba 5.296, de 2 de dezembro de 2004, da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, que estabelece prioridades de atendimento e outra s\u00e9rie de normas para promo\u00e7\u00e3o da acessibilidade das pessoas portadoras de defici\u00eancia ou com mobilidade reduzida. <\/span><\/span><span><span>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>Em fun\u00e7\u00e3o disso, n\u00e3o s\u00e3o poucas as interven\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias nas constru\u00e7\u00f5es e adequa\u00e7\u00f5es de cal\u00e7adas, pra\u00e7as, pr\u00e9dios p\u00fablicos, empresas, institui\u00e7\u00f5es de ensino, unidades de sa\u00fade, enfim, todo e qualquer espa\u00e7o precisa ter condi\u00e7\u00f5es de ser utilizado com seguran\u00e7a e autonomia por qualquer pessoa.<\/span><\/span><span><span>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>Com boa parte de sua estrutura constru\u00edda entre as d\u00e9cadas de 60 e 80, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) tem passado, nos \u00faltimos anos, por diversas interven\u00e7\u00f5es que visam a tornar pr\u00e9dios, cal\u00e7adas, espa\u00e7os de conviv\u00eancia, estacionamentos, banheiros, entre outros, acess\u00edveis. \u00c9 sempre mais dif\u00edcil efetuar as reformas nas estruturas mais antigas e que n\u00e3o previam o que a legisla\u00e7\u00e3o exige atualmente. J\u00e1 os pr\u00e9dios novos s\u00e3o contemplados pelas normas de acessibilidade durante a elabora\u00e7\u00e3o do projeto, explica o Pr\u00f3-Reitor de Infraestrutura, professor Julio Cesar Gon\u00e7alves.<\/span><\/span><span><span>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>Um balan\u00e7o realizado pela Divis\u00e3o de Revitaliza\u00e7\u00f5es e Adequa\u00e7\u00f5es de Espa\u00e7os F\u00edsicos (DIRE) indicam mais de 40 adapta\u00e7\u00f5es feitas nos \u00faltimos 3 anos na Cidade Universit\u00e1ria e nos c\u00e2mpus do interior. S\u00e3o constru\u00e7\u00f5es e adequa\u00e7\u00f5es de rampas, cal\u00e7amento, coloca\u00e7\u00e3o de piso t\u00e1til, adequa\u00e7\u00e3o de pisos e coloca\u00e7\u00e3o de corrim\u00e3os, reformas, adequa\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de passagens elevadas (traffic calming), guarda corpo e a principal delas: a implanta\u00e7\u00e3o da Rota Acess\u00edvel no c\u00e2mpus de Campo Grande (foto).<\/span><\/span><span><span>\u00a0<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" hspace=\"2\" height=\"388\" width=\"400\" vspace=\"2\" align=\"right\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/file_0002163.png\" alt=\"\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>A Rota integra uma das propostas resultantes de uma a\u00e7\u00e3o de extens\u00e3o realizada em 2012, envolvendo os cursos de gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo e Psicologia e o Laborat\u00f3rio de Educa\u00e7\u00e3o Especial, ligado a Divis\u00e3o de Acessibilidade e A\u00e7\u00f5es Afirmativas (DIAF), da Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o, Cultura e Assuntos Estudantis (Preae), com o objetivo de fazer um diagn\u00f3stico sobre acessibilidade e inclus\u00e3o na Cidade Universit\u00e1ria e que vem subsidiando as melhorias implementadas desde ent\u00e3o pela administra\u00e7\u00e3o superior da UFMS. <\/span><\/span><span><span>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>Trata-se de um projeto de readequa\u00e7\u00e3o da rota mais utilizada pelos estudantes dentro da universidade, incluindo coloca\u00e7\u00e3o de piso t\u00e1til, rampas e cal\u00e7adas e que est\u00e1 sendo implementado desde o in\u00edcio deste ano. Antes de partirmos para a parte interna da Cidade Universit\u00e1ria, ou seja, pelos corredores que interligam os centros, institutos e faculdades, optamos por construir a rota acess\u00edvel em seu entorno, explica o chefe da DIRE, Raony Grau e Silva. De acordo com ele, quando for finalizada a parte externa da Rota, a equipe t\u00e9cnica deve se debru\u00e7ar na elabora\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o modelo para implanta\u00e7\u00e3o nos corredores. A ideia \u00e9 chegarmos em um modelo que alie custo e durabilidade, comenta.<\/span><\/span><span><span>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>A comunidade acad\u00eamica precisa se conscientizar sobre a import\u00e2ncia das a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o da acessibilidade, que inclusive s\u00e3o consideradas nas avalia\u00e7\u00f5es de curso e institucionais, comenta o professor Julio C\u00e9sar. Para ele, os investimentos nesta \u00e1rea devem ser cont\u00ednuos e o trabalho conjunto das duas divis\u00f5es  DIRE e DIAF  tem contribu\u00eddo para direcionar melhor os investimentos. Para facilitar nosso trabalho, tamb\u00e9m \u00e9 interessante que os diretores de centros, faculdades, de c\u00e2mpus, avaliem quais s\u00e3o as necessidades e insiram as propostas no seu planejamento para que possamos execut\u00e1-las, avalia.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na Cidade Universit\u00e1ria, por exemplo, est\u00e1 sendo implantada uma rota acess\u00edvel. Reformas e adequa\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m est\u00e3o sendo feitas nos c\u00e2mpus do interior.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"coauthors":[204],"class_list":["post-1956","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1956","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1956"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1956\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4014,"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1956\/revisions\/4014"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1956"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1956"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1956"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/draconis.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/coauthors?post=1956"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}